Trono das Marcas Divinas

Trono das Marcas Divinas

Autor: Terceiro Jovem da Família Tang

A raça demoníaca demonstrava seu poder de forma avassaladora, e quando a humanidade estava prestes a ser extinta, seis grandes santuários ascenderam, guiando os humanos na defesa de seu último território. Um jovem, movido pelo desejo de salvar sua mãe, ingressa no Santuário dos Cavaleiros, onde milagres e artimanhas se desenrolam constantemente em sua vida. Neste mundo em que os seis santuários humanos confrontam os setenta e dois príncipes demoníacos, será ele capaz de alcançar o Trono Sagrado, símbolo da mais alta glória dos cavaleiros?

Trono das Marcas Divinas

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Capítulo Um: Avaliação dos Cavaleiros Assistentes (Parte Um)

A Vila Odin localiza-se na fronteira sul da Aliança do Santuário, com mais de três mil lares, sendo uma das maiores cidades sob a jurisdição de Cidade da Lua Branca. O sol nascente banhava suavemente a terra com luz e calor, como se despertasse a vida. Naquele momento, no centro da Vila Odin, uma grande construção de dois andares, com cerca de mil metros quadrados, era palco de uma avaliação.

“Digam-me, por que querem se tornar cavaleiros?” Uma voz grave e poderosa, com um timbre metálico, ecoou pelo salão.

“Proteger a humanidade, proteger os bons, proteger o santuário, proteger nossos entes queridos.” A resposta veio uníssona e infantil, evidenciando que não era a primeira vez que respondiam a essa pergunta.

Aquele edifício era o sub-templo dos Cavaleiros em Vila Odin, conhecido como Sub-Templo Odin, encarregado de selecionar e treinar as crianças com potencial para se tornarem cavaleiros. Naquele dia, mais de trinta crianças estavam ali para a avaliação do título mais inicial: escudeiro de primeiro grau. Apenas após alcançar esse posto poderiam continuar aprendendo e treinando ali.

O dono da voz era um homem de meia-idade, corpulento e imponente. Chamava-se Balzar e era o instrutor-chefe dos escudeiros do Sub-Templo Odin. Diziam que, em sua juventude, faltou-lhe pouco para se tornar um verdadeiro cavaleiro.

“Digam-me, quais são os preceitos do cavaleiro?” Balzar fitou severamente aquelas crianças, com idades entre oito e dez anos, todas moradoras da vila.

A resposta seguiu uniforme: “Humildade, honestidade, compaixão, coragem, justiç

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